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Com 36,2 graus, cidade registra dia mais quente do ano

Segundo o IPMet, calorão deve seguir pelo menos até esta quinta-feira

11/10/17 07:00
Ana Beatriz Garcia
Samantha Ciuffa
Erik Henrique recorreu à água de coco para se refrescar nessa quarta-feira(11)

Na tarde dessa terça-feira (10), o bauruense sentiu na pele a maior temperatura do ano, na cidade. O registro foi às 15h55 quando os termômetros do IPMet atingiram a marca de 36,2 graus. A temperatura mais alta de 2017, até então era de 35,6 graus, em fevereiro.

De acordo com o meteorologista do IPMet André Mendonça de Decco, a marca pode ser justificada pela estação. "As temperaturas extremas mais significativas, geralmente, encontram-se na primavera. Esse é um período sem muita nebulosidade para emplacar os raios do sol, que está voltado para o Hemisfério Sul. Isso eleva as temperaturas", explica.

Segundo o meteorologista, o desconforto poderia ter sido ainda maior, caso a umidade do ar - que variou entre 30% e 40% -, estivesse maior. "Se a umidade marcasse 70%, por exemplo, em um dia como hoje (terça-10), o desconforto seria insuportável", comenta, explicando que umidade alta faz com que o corpo fique com suor mais tempo, sem secar.

A previsão é de que as temperaturas continuem elevadas e a umidade siga baixa pelo menos até quinta-feira (12). "Não descartamos a possibilidade de novo recorde ainda esta semana", afirma André. Quanto à chuva, o meteorologista aponta para a possibilidade de pancadas isoladas que atinjam a região central do Estado, somente no final de semana.

PARA REFRESCAR

Com previsão de mais calorão por aí, é preciso adotar estratégias para se refrescar. Para enfrentar a temperatura recorde da tarde, por exemplo, o personal trainer Erik Henrique da Silva, 28 anos, optou por tomar água de coco na Getúlio Vargas depois de dar aulas onde trabalha. "Eu senti que estava mais quente. Durante a aula, em lugar fechado, o calor realmente estava grande".

A bebida também foi a escolha de Natalie Figueiró, 34 anos, mãe do pequeno Miguel Figueiró, de 3 anos, que está sem aulas por ser "semana da primavera" na escolinha. "Ele aproveitou para brincar na pracinha, mas o calor era tanto que a gente resolveu vir tomar uma água de coco, porque ele gosta", comenta Natalie.

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