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Estado vai reformar 4 escolas em Bauru

Investimento é de R$ 2,8 milhões, sendo mais da metade dos recursos destinados à E.E.Francisco Alves Brizola, no Núcleo Presidente Geisel

15/06/17 07:00
Thiago Navarro
Aceituno Jr.
Gina Sanches, João Cury, Ana Ferreira Alves, Pedro Tobias e Sandro Bussola, nessa quarta-feira (14) à noite

O presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) do Estado de São Paulo, João Cury Neto, e o deputado estadual Pedro Tobias (PSDB), oficializaram nessa quarta-feira (14) à noite o início das obras de reforma de 4 escolas estaduais de Bauru: Francisco Alves Brizola (Geisel), Silvério São João (Vila Universitária), Antonio Guedes de Azevedo (Jardim Pagani) e Antonio Ferreira de Menezes (Alto Alegre).

O investimento total é de R$ 2,8 milhões, sendo quase R$ 1,5 milhão apenas no Brizola, unidade que está interditada desde agosto do ano passado. Desde então, mais de 700 alunos estão estudando na Escola Estadual do Tangarás, local que recebeu a solenidade de assinatura do ato de início das obras, ontem. Já nas outras 3 escolas, as reformas não vão demandar o deslocamento de alunos para outros prédios, explica a diretora regional de ensino em Bauru, Gina Sanches.

"Estive aqui em abril quando assumimos o compromisso de que até o final de junho voltaríamos para dar início às obras. Não é discurso, não se trata de início de processo licitatório, mas de começo das obras efetivamente. No Brizola será uma reforma ampla, com acessibilidade e mexendo na estrutura, para devolvê-la para a comunidade", disse Cury. "Todas as reformas que estamos anunciando começarão em no máximo 10 a 15 dias, algumas até antes, na próxima semana, dependendo da montagem do canteiro de obras".

O deputado estadual Pedro Tobias enalteceu o empenho de Cury. "Ele veio em Bauru e assumiu o compromisso de fazer a reforma no Brizola e está cumprindo, as obras vão começar. Houve um empenho grande dele, do José Renato Nalini (secretário de Educação) e do governador Geraldo Alckmin para viabilizar a reforma. Quando se quer fazer, sempre é possível. E agora é importante que a comunidade também ajude a manter a escola, depois que a reforma terminar", declarou Tobias. "E além do Brizola, temos o anúncio de melhorias em outras três escolas", frisou o parlamentar.

No Brizola, a obra será tocada pela empresa Precisão Comercial e Construção Ltda, de Sorocaba. "A gente tem a intenção de entregar a reforma para o ano letivo de 2018, mas por se tratar de uma obra grande, é difícil afirmar que isso vai acontecer. Nas outras reformas, a gente acredita que pode concluir até o fim do segundo semestre deste ano", previu.

OUTRAS

No Brizola, houve grande mobilização da comunidade do Geisel e bairros próximos, pedindo a recuperação do prédio, conforme o JC mostrou no começo deste ano. "Em Bauru, houve um interesse da comunidade e da própria imprensa, isso é algo importante. Todas as reformas que serão feitas, os pedidos partiram das comunidades, inclusive o que precisa ser mudado, não é uma decisão tomada no gabinete em São Paulo", declarou.

Nas outras três unidades que serão reformadas, as obras vão variar entre melhorias de acessibilidade e reconstrução de setores. No Silvério São João, por exemplo, serão investidos R$ 1 milhão, com a empresa Picoloto Construtora Eireli, de Taubaté, sendo a responsável pelos trabalhos. Já no Antonio Guedes de Azevedo e no Antonio Ferreira de Menezes, o montante é menor: R$ 257 mil e R$ 194 mil, respectivamente.

Pedidos ao FDE

Durante o evento dessa quarta (14), várias pessoas levaram pedidos de melhorias em escolas a João Cury Neto, incluindo prefeitos da região. Já a Diretoria Regional de Ensino (DRE) de Bauru e o deputado Pedro Tobias levaram o pedido de melhorias de duas unidades na cidade: na EE Mercedes Paz Bueno, no Higienópolis, e no CAIC, no Núcleo Nova Esperança. Neste última, a vereadora Yasmim Nascimento (PSC) também protocolou pedido de melhorias, a exemplo da nova escola do Tangarás, onde ocorreu o evento de ontem, no que se refere aos equipamentos de segurança como extintores de incêndio.

"São duas escolas que precisam de reformas estruturais, o pedido já foi feito, e agora precisamos aguardar a disponibilidade de recursos, por se tratarem de obras maiores", afirma a diretora de ensino Gina Sanches. Ela lembra ainda que das quatro escolas com reformas já confirmadas, apenas os 700 alunos do Brizola seguirão em outra unidade, no Tangarás, até o término das obras.

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