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Rendimento da Funprev ainda é positivo, mas cai em ano de crise

03/06/17 07:00

Na prática, hoje Bauru paga por dois aterros: o antigo, que foi interditado pela Cetesb, e o privado em Piratininga. Este último é o que efetivamente recebe o lixo da cidade desde o ano passado, com o custo de pouco mais de R$ 7,5 milhões anuais. Porém, o antigo aterro segue gerando despesas, pois precisa ser finalizado, processo que leva anos - mais de uma década, pelo menos.

Em maio, a prefeitura autorizou o repasse de R$ 6 milhões para a Emdurb seguir operando o aterro, por mais um ano, justamente com o intuito de dar sequência ao processo de finalização. Além disso, no início do ano o município já havia repassado R$ 1 milhão para a empresa municipal dar destinação ao chorume do local - uma licitação está em andamento. Ou seja, o custo da prefeitura com aterro sanitário passa dos R$ 14 milhões anuais.

O prefeito Clodoaldo Gazzetta (PSD) garante que incluirá a finalização do antigo aterro de Bauru na PPP, cabendo à empresa que assumir o serviço de destinação da cidade concluir a operação do aterro como uma das contrapartidas, já incluída no contrato.

 

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