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Bauru
Tribuna do Leitor

Drama dos hospitais públicos

Beatriz Campos

Desde 2003 que a saúde pública no Brasil veio se deteriorando. O CPMF, imposto do cheque criado para ser usado unicamente na saúde até 2007, quando deixou de existir, o governo Lula o desviava para fazer superávit primário, deixando que os hospitais estaduais, municipais e entidades filantrópicas se virassem com o ônus.

Piorou mais ainda no governo da ex-presidente Dilma, quando o país caiu em uma recessão sem precedentes. Agora, hospitais universitários, como a Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, Unicamp e tantos outros no interior, além de acumularem déficits milionários, recebem pacientes sem planos de saúde por causa do desemprego, fora pacientes vindos de outros estados. Mas para os políticos quando doentes, hospitais em São Paulo, como o Sírio Libanês, estarão sempre à disposição com tudo pago pela população carente.

O pior é que todos se elegem com a mesma ladainha de lutarem pela "saúde e educação". Em 2018 isso precisa mudar!

 

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