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Bauru
Tribuna do Leitor

Basta de mediocridade!

Paulo Panossian

Este Brasil, que os ex-presidentes Itamar Franco e FHC recolocaram nos trilhos do controle da inflação, da agenda de importantes reformas, das privatizações, da moralidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal etc, e ainda de olho no social criaram o Bolsa-Escola, que transformado pelo gaiato Lula em Bolsa-Família, esta Nação foi desmoralizada por corruptos nos quase 14 anos do PT no poder, do qual culminou o impeachment da Dilma Rousseff. E Michel Temer, que assumiu há pouco mais de um ano, com sua excelente equipe econômica conseguiu avanços surpreendentes que resultou finalmente no crescimento do PIB em 1%, no trimestre de janeiro a março de 2017.

Com setores vitais como da indústria apresentando recuperação e a agropecuária batendo recordes de produção e exportação. Porém, a oposição, sob a batuta do réu Lula, com dor-de-cotovelo, não dorme, atazana, incendeia até ministérios em Brasília! E mesmo depois da jogar o País na mais profunda das recessões econômicas da história e de ter promovido 14,2 milhões de desempregados, quer se mostrar na cara dura o salvador da Pátria, neste momento em que Temer, na onda da mediocridade que assola o ventre das nossas instituições, recebe sérias denúncias de envolvimento na Lava Jato e ainda permite que um corruptor da envergadura de Joesley Batista seja recebido no Palácio do Jaburu, altas horas da noite, e grave em surdina um vídeo comprometedor, que esta sendo periciado seu conteúdo pela PF.

Este personagem traidor da Nação, como Joesley, dono da JBS, amigo do petismo, como diz em seu artigo no Estadão Denis Lerrer Rosenfileld, que também Rodrigo Janot literalmente o utilizou como troféu da sua gestão no MPF para incriminar o presidente Temer. Em troca deste serviço cretino o corruptor Joesley recebeu de mão beijada deste Procurador-Geral da República indulto criminal, mesmo tendo corrompido 1.829 políticos, mais governadores e presidentes. E a mediocridade continuou quando o TSE, julgando a chapa Dilma/Temer, sem observar a lei e as provas irrefutáveis, absolveu os denunciados por 4 votos a favor e 3 contra, colocando mais fervura na instabilidade política. Agora só nos resta proteger os avanços econômicos e seguir aprovando no mínimo as reformas trabalhista e a da Previdência.

 

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