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Bauru
Tribuna do Leitor

Na contramão do mercado

Márcio M. Carvalho

O preço do combustível em Bauru, principalmente do etanol, desafia a lei da oferta e da procura.

Em um semana variou de uma média de R$ 2,19 chegando ao mínimo de R$ 2,069 para uma média de R$ 2,59 com mínimo de R$ 2,49, sem que o preço na distribuidora tenha variado.

O preço comparado com outras cidades de mesmo porte do Interior estava 10% abaixo e hoje 10% acima, variando mais de 20%.

Fica flagrante a ação artificial para que isto ocorra, não só dos donos de postos, que muitas vezes são vítimas das grandes distribuidoras, que ora dão enormes descontos e ora impõe aumentos conjuntos, visando eliminar incômoda concorrência dos chamados bandeiras brancas.

Certo mesmo é que sempre o consumidor poderá se defender, abastecendo em Bauru na baixa e na alta em cidades próximas ou em postos das estradas. Certo é que com a quantidade de postos e distribuidoras, lei de mercado vai sempre prevalecer.

Os excessos serão punidos pelas leis de mercado com baixas naturais maiores que as altas artificiais, principalmente se o consumidor atento fizer valer seu direito de escolha, boicotando toda manipulação.

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