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Coroa Imperial traz a história do chapéu

A última escola a desfilar, nesta segunda-feira (12), colocou 400 componentes na passarela do samba

13/02/18 03:15
Cinthia Milanez

Com o enredo "Sou caipira, sou maluco, essa história vou contar. Na magia deste canto, meu chapéu vou coroar", a representante do Núcleo Presidente Geisel, Coroa Imperial da Grande Cidade, cativou o Sambódromo, neste Carnaval, com um acessório que foi da realeza à folia.

Os 400 componentes da agremiação estiveram divididos em oito alas e três carros para contar a história dos chapéus, além da Bateria Monstro, que levou 60 ritmistas para animar a passarela do samba.

Típico malandro da década de 1940, no Rio de Janeiro, o Zé Carioca, personagem brasileiro da Disney, ajudou a escola a contar a história do chapéu.

Segundo o carnavalesco Gilson Jacinto, a escolha do tema se deu devido ao fato de a coroa, acessório que compõe o nome da agremiação, também ser um chapéu. 

Ainda de acordo com Gilson, o grupo não se sente prejudicado por ter sido o último a desfilar. “Daremos o nosso show”, revelou antes do início do desfile, que se deu às 3h21 em ponto.

 

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