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Caminhando

18/11/18 07:00

Dias desses, em uma de nossas caminhadas, desta vez acompanhado do amigo jornalista Aurélio Alonso, editor do JC Regional, experiente nos assuntos de política, tendo atuado em publicações como a Folha e participado de coberturas internacionais, como a da missão humanitária do Brasil no Haiti, conversávamos sobre o momento mundial, com as transformações que a economia digital e as novas tecnologias, inteligência artificial e a modernidade líquida estão nos trazendo e sobre seus impactos para a humanidade.

Amadores

Claro que não fazemos isso de maneira científica, mas apenas como seres viventes diante das competências formais de historiadores, filósofos, sociólogos, teólogos e outros estudiosos do comportamento e da trajetória do homem. Assim, nos damos ao direito pensar, analisar, questionar e refletir como os que amam aprender com tudo nessa trajetória pela vida.

Eis a questão

Ser ou não Ser? A questão levantada por Hamlet no monólogo escrito por Shakespeare, que leva ao questionamento do existir ou não, não poderia ser mais apropriada para refletirmos sobre o momento. Formulada ao contrário e direcionada para as criaturas digitais e tecnológicas que criamos e que irão autoevoluir como programadas, a questão que propomos é a seguinte: tire o dinheiro, a tecnologia e o conhecimento do homem e mesmo assim ele continuará a existir. Agora faça o contrário: tire do dinheiro, da tecnologia e dos demais "devices" tecnológicos a existência do homem. O que acontecerá?

Eis a reposta

Ou é o homem, demais formas de vida e natureza no protagonismo, ou é o nada. Simples assim, podem ficar com o brinquedo, mas fiquem também sem a gente e aí já estaremos em outra "vibe". Afinal, Raul Seixas já deu a saída: Parem o mundo que eu quero descer!

No Japão

Entre 167 homenageados, o bauruense Mario Makuda foi o único brasileiro a receber o prêmio Higashi-Kuninomiya de Cultura (Higashi-Kuninomiya International Culture Award), no ano em que o Brasil comemora 110 anos da imigração japonesa.

Evento

A cerimônia foi em 1 de novembro, em Tóquio, e o prêmio é concedido às pessoas, entidades ou organizações que contribuem com a sociedade japonesa nos mais diversos setores - ciência, tecnologia, artes, cultura, ações sociais, entre outros. Makuda (foto acima) é bauruense, seus pais vivem aqui, porém são nascidos no Japão, e ele viveu e fez uma bem sucedida carreira por lá, estando agora de volta ao Brasil e ao mesmo tempo emocionado com a honraria que dedica aos seus pais. "Meus pais são japoneses e vivem no Brasil. Quero homenageá-los com esse prêmio para que eles sintam orgulho do filho que fez o caminho de volta ao Japão", completou.

Nobreza

Criado em 1963 pelo príncipe Morihiro Higashikuni, esse é um dos mais importantes reconhecimentos concedidos pela família imperial. Com mais dois sócios, fundou uma agência de publicidade com escritório num shopping center, onde começou a organizar eventos no local e não parou mais. Desde então, organiza palestras, workshops, eventos culturais e corporativos, shows e organização de feiras, sempre com a temática "Brasil".

Sucesso

Hoje, Makuda é produtor de eventos e CEO da Promotion Brasil, empresa que organiza feiras, exposições e promove eventos culturais com artistas locais e do Brasil. Um dos eventos mais importantes que promove atualmente é o Focus Brasil & Press Award e também um orgulho para seus pais e para nós, bauruenses. Sua história merece os parabéns e será detalhada brevemente pelo JC.

Feriadão

Feriado prolongado, chegando a presentear moradores onde há também comemorações em homenagem ao Dia da Consciência Negra, como São Paulo e Bauru, com uma emendada de seis dias de folga em plena temporada produtiva. Ou seja, quase uma semana de "dolce far niente" para milhões de pessoas.

Dualismo

Se por um lado a indústria do turismo, concessionárias de rodovias e alguns segmentos comemoram a movimentação, por outro tem quem reclama da paradeira, em especial o comércio de varejo de cidades que mais emitem turistas do que recebem nessas ocasiões. Assim é o eterno dualismo das coisas, ganho para uns, paradeira para outros.

Olhômetro

O que temos percebido nesse curto período pós primeiro e segundo turnos eleitorais, é uma crescente movimentação de autos, ônibus e de veículos de cargas em nossas principais rodovias, o que nos passa a sensação de que o ritmo do País já é outro, em especial no setor produtivo.

É do Brasil

Experiente esportista, que começou sua carreira como discípulo do conhecido Paulo Assis, Daniel Franco Martins (foto), que durante anos residiu e atuou como instrutor de paraquedismo na cidade de Boituva, capital nacional dessa prática aérea, é um dos brasileiros que está vivendo na China e atuando por lá como instrutor oficial de cidadãos civis e militares.

Hospitalidade

Maior potência emergente do planeta, a China Nacionalista está se transformando, se abrindo para o mundo e evoluindo rapidamente em vários setores. Por lá Daniel já está em sua segunda temporada, atuando em um aeroporto particular, pertencente a uma importante fabricante chinesa de aviões, onde apesar das diferenças de cultura e idioma, revela ter sido recebido com muita hospitalidade pelo povo local, que além de carinhoso é também muito gentil.

Potência

Destaque em vários setores, o plano da China é se tornar uma das principais potências também nos esportes aéreos nos próximos cinco anos, por isso tem selecionado e incentivado a contratação de profissionais que se destacam por suas habilidades, competências e técnica na atividade do paraquedismo. Conta também a capacidade de transmitir conhecimento de suas técnicas e habilidades para os alunos chineses.

Nas alturas

Daniel Martins, também conhecido pelo apelido de "Saranga", que hoje faz parte dessa elite de instrutores e domina várias técnicas de saltos, dos convencionais as acrobáticos, em dupla, em formações diversas e também com abordagens militares, está feliz com o reconhecimento de seu trabalho e teve seu contrato renovado para novas temporadas por lá, onde deve permanecer nos próximos anos, fazendo parte de uma elite de atletas e técnicos que estão implantando esse ambicioso projeto na China. E o mais legal de tudo isso é que Dani é bauruense e por onde vai leva o nome de sua cidade e do País.

Entrevista

Em breve, ele terá publicada matéria especial em revista especializada, onde a convite do editor conta um pouco de sua trajetória e das recentes jornadas como participante desse projeto chinês e de sua trajetória pelo país asiático de cultura milenar, onde passado, presente e futuro convivem de forma diferenciada.

Gratidão

Sacadas fica por aqui, desejando a você uma semana de novas realizações e gratidão pelo prestígio de sua leitura. Obrigado e até breve, com as bênçãos de Deus.

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