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Destravando

Cobrado em seu compromisso do ano passado para destravar a cidade, o prefeito Gazzetta tem se empenhado e avança nessa pauta, contando com a vontade da maioria da sociedade bauruense e empenho político da Câmara Municipal. O apoio da cidade, com seus tímidos níveis de crescimento e geração de empregos dos últimos anos, agravados ainda mais pelo situação geral do País, e seu desejo de desenvolvimento, emprego e renda, foram fundamentais para aprovação da lei das APAs, permitindo ocupação das mesmas, respeitados os planos de manejo.

Com boa sorte

Gazzetta teve, além do próprio empenho, outros fatores a lhe ajudar, como o de ter sido chamado pelo deputado Tobias a participar de lutas e demandas antigas da cidade junto ao governo do Estado, em especial a do curso de medicina, aprovado e oficializado em concorrida cerimônia pública na Faculdade de Odontologia, e ainda por cima com a chancela da USP, coisa que até agora só era realidade em São Paulo e Ribeirão Preto.

Nova engenharia

Tudo em clima de quase unanimidade até então. Mas, ao que parece, segundo projeto que vazou ontem e que poderá ser enviado à Câmara Municipal para avaliação, discussão, propostas e votação, os próximos desafios não serão tão fáceis de serem solucionados, pois tratam de tentar contemplar parte das famílias do movimento sem teto acampadas nos arredores de Bauru com habitação, em uma engenharia política, jurídica, administrativa e financeira complexa. O JC veicula e explica, em primeira mão, o assunto na página 4 de hoje.

Debates à vista

Com certeza, teremos dias de muitos debates, acalorados até, além de potentes lupas de vários setores focando ponto por ponto cada passo, contratos e tratativas para se chegar a uma solução pacificada e justa para todos. É uma perspectiva de muita polêmica e longas discussões, como a Câmara Municipal já vem sinalizando há dias. Vamos acompanhar.

Dualidade

Na reunião da Comissão de Saúde da Câmara, na manhã de ontem, os vereadores parabenizaram o prefeito Clodoaldo Gazzetta (PSD) e o secretário de Saúde, José Eduardo Fogolin, pela coragem em assumir a gestão do Hospital de Base (HB), o que deve se concretizar no segundo semestre do próximo ano. Mas, ao mesmo tempo, demonstraram preocupação com a parte que caberá ao município.

Garantido

Fogolin reiterou aos vereadores e à imprensa que o município tem como alocar cerca de R$ 2,5 milhões por mês, ou seja, mais do que o necessário. Para isso, pretende reduzir em mais de R$ 600 mil o custo do Pronto-Socorrol (PSC) e do Pronto Atendimento Infantil (PAI), integrando-os mais diretamente ao HB, e ainda com verbas de novos credenciamentos do HB no Ministério da Saúde, com receita do curso privado de Medicina e a tributação de ISS dos cartões de crédito, que ficarão nos municípios de origem a partir de janeiro. Com isso, o plano inicial de construir um novo pronto-socorro tornou-se dispensável. Leia na pág. 3.

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