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Opinião

Liberação da venda de armas bélicas

Shigueko Sakai

Um retrocesso para a paz mundial com liberação de vendas de armas bélicas no nosso amado Brasil. Elogiável, fosse instituir uma lei que determinasse o fim da fabricação de armas bélicas desde aquelas de plásticos consideradas "brinquedos". Inocentemente, essa "arma de brinquedo" faz os pais ensinar os filhos a atirar desde a tenra idade, já adestrando para a agressão.

O fundador da "Panasonic", com o fim da 2ª Guerra Mundial e consequente encerramento de fabricação de aviões bélicos no Japão, teve a brilhante ideia na produção de eletroeletrônicos domésticos. Hoje, comercializados e aceitos mundialmente não para exterminar os seres humanos, mas voltado para facilitar e alegrar a vida de todos. Com certeza, consumidos e utilizados pelos povos dos cinco continentes.

Com a posse do atual Imperador do Japão, a partir de abril de 2019, inicia-se uma Nova Era, adotada a simbologia "Reiwa", que significa Paz. O imperador e a imperatriz, com a posição voltada para o nascer do Sol, reverenciam, com sentimento de gratidão à natureza (terra, mar e sol) e ao povo. E pela paz mundial. Não passa na mente do reino imperial japonês a necessidade de uso de armas para manter a paz no Japão. A Família Imperial no Japão serve de alicerce para o povo onde reina a paz, harmonia, sincronizadas ao desenvolvimento da nação.

Lamentável, o semblante do nosso presidente da República denuncia fisionomia bélica, diferente do casal imperial do Japão que estampa no rosto o "sorriso" que tanto precisamos. A liberação de venda de armas bélicas, sinceramente, foi uma "ducha de água fria" para muitos que buscam a paz e não o extermínio de seus semelhantes. O estatuto do desarmamento deve ser ampliado para "impedir" a fabricação, exportação e importação de armas bélicas.

O autor é colaborador de Opinião.

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